Mario (マリオ), também conhecido como Super Mario, é um personagem fictício em sua própria série de videogames, criado pelo designer de jogos japonês Shigeru Miyamoto. Mario é o mascote oficial da Nintendo, e o protagonista principal da sua própria série de jogos, tendo a sua aparição em mais de 80 jogos desde a sua criação. Embora, inicialmente, apenas aparecendo em jogos de plataforma, começando em Donkey Kong, Mario aparece atualmente em gêneros variados de videogames, tais como corrida, quebra-cabeça, RPG, luta e esporte.
Mario é retratado como um encanador baixo, que vive no Reino dos Cogumelos (Mushroom Kingdom). Ele tem a missão de resgatar a Princesa Peach capturada pelo seu inimigo Bowser em seus diversos planos e salvar o Reino dos Cogumelos. Mario também tem outros inimigos e rivais, como Donkey Kong (em poucos jogos) e Wario. Desde 1995, Mario é dublado por Charles Martinet.
Como mascote da Nintendo, Mario é um dos personagens mais famosos da história dos videogames e a sua imagem está sempre associada com seus jogos. Até os dias de hoje, os jogos estrelados pelo personagem já venderam mais de 210 milhões de unidades no mundo inteiro[1]. Devido à sua fama, ele também inspirou programas de televisão, cinema, quadrinhos e uma linha de produtos licenciados.
Joguem o Super Mario flash abaixo
Mais Jogos no Click Jogos
Arte Insana
Aqui arte é em 1°Lugar
domingo, 26 de junho de 2011
Mas Já? Americanos já querem decretar fim do cinema 3D
Bastaram duas bilheterias não muito animadoras para analistas norte-americanos começarem a apostar no fim de mais uma era de filmes 3D (nos anos 50 e 80, uma multidão foi as salas de exibição daquele país empolgado com o novo formato).
Segundo o jornal New York Times, as bilheteiras de Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas e Kung Fu Panda 2, foram decepcionantes, tendo os piores resultados desde o lançamento de Avatar, de James Cameron.
A reportagem se baseia nos seguintes números: Piratas, com o custo de US$ 400 milhões, teve 47% dos ingressos vendidos para o formato 3D. Já a animação Kung Fu Panda 2, teve apenas 45% dos ingressos vendidos no formato especial. Segundo o jornal, até o ano passado, 60% da arrecadação era obtida com as versões tridimensionais.
De maio a setembro serão lançados nos EUA 16 filmes 3D, mais do que o dobro de títulos do mesmo período do ano passado. Com o início da temporada de verão, o mercado pode dar uma revigorada. Pelo menos essa é a aposta dos estúdios.
Para mim, o problema não está no fim da empolgação pelo formato. Até porque acredito que 50% de uma bilheteria é algo bem relevante, levando em consideração o menor número de salas especiais. O que está acontecendo é a falta de qualidade dos filmes lançados, muitos deles convertidos para 3D, o que não agrada nem os mais entusiastas. É como resumiu bem o presidente da Imax, Greg Foster, na mesma reportagem: um filme ruim convertido para 3D continua sendo apenas um filme ruim. Não há milagre.
Em tempo, fora dos EUA, os filmes 3D continuam faturando alto. O próprio Piratas arrecadou US$ 256 milhões num fim de semana, um dos melhores resultados em estreia internacionais da Disney, produtora responsável.
Segundo o jornal New York Times, as bilheteiras de Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas e Kung Fu Panda 2, foram decepcionantes, tendo os piores resultados desde o lançamento de Avatar, de James Cameron.
A reportagem se baseia nos seguintes números: Piratas, com o custo de US$ 400 milhões, teve 47% dos ingressos vendidos para o formato 3D. Já a animação Kung Fu Panda 2, teve apenas 45% dos ingressos vendidos no formato especial. Segundo o jornal, até o ano passado, 60% da arrecadação era obtida com as versões tridimensionais.
De maio a setembro serão lançados nos EUA 16 filmes 3D, mais do que o dobro de títulos do mesmo período do ano passado. Com o início da temporada de verão, o mercado pode dar uma revigorada. Pelo menos essa é a aposta dos estúdios.
Para mim, o problema não está no fim da empolgação pelo formato. Até porque acredito que 50% de uma bilheteria é algo bem relevante, levando em consideração o menor número de salas especiais. O que está acontecendo é a falta de qualidade dos filmes lançados, muitos deles convertidos para 3D, o que não agrada nem os mais entusiastas. É como resumiu bem o presidente da Imax, Greg Foster, na mesma reportagem: um filme ruim convertido para 3D continua sendo apenas um filme ruim. Não há milagre.
Em tempo, fora dos EUA, os filmes 3D continuam faturando alto. O próprio Piratas arrecadou US$ 256 milhões num fim de semana, um dos melhores resultados em estreia internacionais da Disney, produtora responsável.
História do Grafite
Grafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade .Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche.
DISCRIÇÃO
Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo, aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres, admitem ter um passado de pichadores. Na língua inglesa, contudo, usa-se o termo graffiti para ambas as expressões
A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.
Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan. Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX. Atualmente no século vinte e um, muitas pessoas usam o grafite comoGrafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade .Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche.
DISCRIÇÃO
Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo, aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres, admitem ter um passado de pichadores. Na língua inglesa, contudo, usa-se o termo graffiti para ambas as expressões
A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan. Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX. Atualmente no século vinte e um, muitas pessoas usam o grafite como arte em museus. Muitos museus conhecidos se encantaram pela beleza das ruas(o grafite), hoje em dia quem tem uma fachada decorada pela arte do grafite pode-se chamar de privilegiado, pois é uma arte muita bonita e mais bem feita do que artes feitas em telas, por isso que muitos adotaram esta maravilhosa ideia. arte em museus. Muitos museus conhecidos se encantaram pela beleza das ruas(o grafite), hoje em dia quem tem uma fachada decorada pela arte do grafite pode-se chamar de privilegiado, pois é uma arte muita bonita e mais bem feita do que artes feitas em telas, por isso que muitos adotaram esta maravilhosa ideia.



DISCRIÇÃO
Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo, aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres, admitem ter um passado de pichadores. Na língua inglesa, contudo, usa-se o termo graffiti para ambas as expressões
A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.
Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan. Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX. Atualmente no século vinte e um, muitas pessoas usam o grafite comoGrafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade .Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche.
DISCRIÇÃO
Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo, aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres, admitem ter um passado de pichadores. Na língua inglesa, contudo, usa-se o termo graffiti para ambas as expressões
A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan. Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX. Atualmente no século vinte e um, muitas pessoas usam o grafite como arte em museus. Muitos museus conhecidos se encantaram pela beleza das ruas(o grafite), hoje em dia quem tem uma fachada decorada pela arte do grafite pode-se chamar de privilegiado, pois é uma arte muita bonita e mais bem feita do que artes feitas em telas, por isso que muitos adotaram esta maravilhosa ideia. arte em museus. Muitos museus conhecidos se encantaram pela beleza das ruas(o grafite), hoje em dia quem tem uma fachada decorada pela arte do grafite pode-se chamar de privilegiado, pois é uma arte muita bonita e mais bem feita do que artes feitas em telas, por isso que muitos adotaram esta maravilhosa ideia.



Assinar:
Comentários (Atom)